segunda-feira, 26 de abril de 2010

Atleta que morreu ao reagir a assalto é enterrado no ABC


Foi enterrado nesta segunda-feira (26) o corpo do halterofilista de 32 anos assassinado na porta de casa em São Bernardo do Campo, no ABC. No domingo (25), ao ser assaltado pela segunda vez em menos de quatro meses, o atleta reagiu e acabou baleado.

A vida foi interrompida pela violência. Alexandre Rodrigues era atleta. Passava os dias treinando levantamento de pesos e à noite ia para o serviço. “Ele ganhou já o (Campeonato) Paulista, estava se preparando para competir no (Campeonato) Brasileiro. Era totalmente tranquilo, nunca se estressava com nada”, afirmou o treinador André Witkowsky.

A vítima conversava com o irmão e duas amigas na frente de casa, no bairro Baeta Neves, quando foi surpreendido por dois ladrões, reagiu e levou um tiro no pescoço. Felipe, irmão de Rodrigues, contou que conseguiu tomar a arma de um dos criminosos. Na briga, um dos ladrões também foi baleado. Os dois aparentavam ser bem novos. “Tinha entre 17 e 18 anos. Era molecão”, disse Felipe.

Dois meses atrás, Rodrigues havia sido vítima de outro assalto. Os criminosos atiraram, mas o tiro não o acertou. Ele teve a moto roubada. A família contou que o atleta estava revoltado com a violência no bairro. “Ele sempre falava que trabalhou a vida inteira para conseguir comprar uma moto e não ia deixar ninguém roubar de uma hora para outra assim”, afirmou Gizele Rodrigues, irmã dele.Por Vinícius Lôndero

Ladrão usa máscara comprada na internet e engana polícia seis vezes



Um homem enganou seis vezes a polícia americana ao passar por negro usando uma máscara de silicone comprada pela internet.

Conrad Zdzierak tem a pele branca e roubou seis bancos na cidade de Springdale, no estado de Ohio (EUA), usando uma máscara com traços negros, facilmente encontrada na internet com o nome de "The Player" ("o jogador", em português) por R$ 1,2 mil.

A polícia ficou intrigada por não conseguir pistas do ladrão, até que Zdzierak se hospedou em um hotel na região e os agentes conseguiram detê-lo.

O ladrão roubou cerca de US$ 3 milhões.Por Vinícius Lôndero

Mulher sobrevive a queda de 18 metros em mina na Austrália


A australiana Donna Synnerdahal, de 47 anos, sobreviveu a uma queda de 18 metros em um buraco de uma mina na região de New South Wales, na Austrália.

A mulher voltava da casa de alguns amigos com seu cachorro quando tropeçou e caiu numa das entradas da mina, um buraco de 30 centímetros de diâmetro.

Os amigos de Donna deram conta de seu sumiço e chamaram a polícia.

Ao vasculhar o local da mina, os policiais escutaram o gemido da mulher e assim chamaram o resgate. Donna Synnerdahal saiu do buraco viva, mas repleta de ferimentos e escoriações. Ela foi levada para o hospital local, onde se recupera.

Segundo o Departamento da Indústria de NSW, a australiana sobreviveu ao acidente devido ao tamanho do buraco, que teria desacelerado a queda.Por Vinícius Lôndero

Estudante brasileiro percorre 2,4 mil km nos EUA por direitos de imigrantes


Como todo estudante que vive nos Estados Unidos, o carioca Felipe Matos, segundo da esquerda para direita na foto, 23 anos, esperou concluir o high school (equivalente ao segundo grau no Brasil) para se matricular em uma faculdade. Dono de um currículo invejável, tentou uma vaga na Duke University, uma das melhores universidades americanas, na Carolina do Norte. Após alguns dias, recebeu uma carta dos selecionadores afirmando que ele cumpria todos os critérios exigidos, mas não poderia estudar na instituição: a lei sobre imigração em vigor no estado impedia a efetivação de sua matrícula.


A decepção inicial se transformou em mobilização. O estudante se juntou a outros três amigos imigrantes - a equatoriana Gaby Pacheco, o colombiano Juan Rodriguez e o venezuelano Carlos Roa – e decidiu atravessar, a pé, os 2.400 quilômetros que separam Miami da capital do país, Washington, numa marcha pelo fim das deportações de jovens e pela aprovação do “Dream Act”. Trata-se de uma emenda que é parte da prometida reforma migratória americana que está no Congresso desde 2001 e permite que jovens imigrantes ganhem um visto de residência de seis anos para cursar uma universidade.

Por Vinícius Lôndero

O Centro de Ciências Agrárias da UFSCar criou duas das 13 variedades de cana que estão no mercado à disposição dos agricultores.


Treze novas variedades de cana estão no mercado à disposição dos agricultores. Duas foram criadas no Centro de Ciências Agrárias da UFSCar Universidade Federal de São Carlos, São Paulo.

O sistema irriga o futuro da produção canavieira. As mudas são plantadas em pequenos viveiros. Os pés estão todos identificados. O crescimento é acompanhado passo a passo em laboratório. As duas variedades já foram testadas em plantios comerciais. Por isso, têm benefícios comprovados.

“É mais resistente à seca e perde menos água”, disse Gustavo Leopoldino dos Santos, técnico agrícola.

A pesquisa foi feita no campo experimental da Universidade Federal de São Carlos, em Araras, São Paulo. Os pesquisadores do Departamento de Biotecnologia Vegetal levaram 14 anos para chegar ao resultado.

As novas variedades apresentam algumas vantagens em relação à cana cultivada em canaviais como os do centro do Estado. São características que permitem melhor adaptação aos diferentes tipos de clima no país. Uma delas também vai atender a uma exigência do setor para os próximos anos. Ela cresce mais reta, o que facilita a colheita mecanizada.

“Vai se tornar mais eficiente para ser colhida mecânica. Então, não havendo a necessidade de se queimar a cana”, explicou Marcos Sanches, agrônomo da Universidade Federal de São Carlos.

Apesar da mesma eficiência, as duas novas variedades guardam diferenças entre si. “Uma tem o palmito mais arroxeado do que a outra. Uma tem também a gema mais saliente do que a outra. E em uma o palmito é mais ceroso do que a outra”, comparou Gustavo Leopoldino dos Santos, técnico agrícola.

Por Júvio

Menina de cinco anos é a única sobrevivente de acidente de trânsito

Nicole de apenas cinco anos de idade é a única sobrevivente do acidente de trânsito. Ela sofreu traumatismo craniano, fraturas nas pernas e nos braços e está internada na UTI. O estado de saúde da menina é grave.

“Se ela não tivesse viva eu também não estava mais viva. Minha vida agora é ela”, lamenta Luzinete Barros, avó da Nicole.

“A dor é muito grande, todo mundo ta sem palavras e inconformado”, desabafa Daiane Rodrigues, amiga da família.

Nicole saiu de casa para passar o final de semana no município de Águas de São Pedro na companhia da mãe, de um irmão, de um primo e dos tios. Segundo a família, as crianças não iriam ao passeio. Só conseguiram ir depois de muita insistência, mas a viagem tão desejada por elas foi interrompida de uma forma brusca.


Por Júvio

Babá suspeita de agressão vai a delegacia com advogados e sogra

A babá suspeita de agredir um bebê de sete meses, em Igarassu (PE), chegou à Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), no Recife, nesta segunda-feira (26), acompanhada de dois advogados, da sogra e da cunhada. Segundo a delegada Mariana Freitas, a babá, de 38 anos, deve prestar depoimento depois da sogra dela.

Os pais prestaram depoimento no fim de semana. A babá trabalhava havia poucas semanas na casa da família. Segundo a delegada, não há registro de antecedentes criminais. Como não houve flagrante e não há mandado judicial contra a suspeita, ela não deve ser presa.

Por Júvio